quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Setur e parceiros anunciam boas novidades para o Círio 2012

Várias novidades positivas foram anunciadas, em coletiva à imprensa, realizada no auditório do Terminal Rodoviário, pelo secretário de Turismo do Pará, Adenauer Góes, que contou com a colaboração, durante as explicações, de dirigentes de órgãos públicos parceiros envolvidos com o Círio de Nossa Senhora de Nazaré deste ano. As revelações mais significativas ficaram por conta do diretor de Sistemas do Prodepa, Lourenço Monteiro, que elencou cinco serviços a ser prestados a quem participar deste mega evento religioso. “Walking Tour” se destaca como um dos mais interessantes, pois funciona como um guia turístico. “Enquanto você anda, informações em áudio e vídeo relativas ao local onde a pessoa está são fornecidas em tempo real em “tablets” e aparelhos celulares”, esclareceu o diretor do Prodepa. Outro ponto de destaque é o “Cadê a Berlinda”, que facilitará não apenas aos romeiros, mas às equipes que atuam no Círio, como bombeiros, policiais e da Cruz Vermelha. Um GPS será colocado na berlinda e, por meio do site www.paraturismo.gov.br , a imagem da berlinda será visualizada em um mapa. O  superintendente do Infraero, Samuel Sales; o diretor do Dieese, Roberto Sena; a diretora de Marketing da Paratur, Jacqueline Alves, entre outros , participaram da coletiva. (Agência de Notícias Gerais)   

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Exposição de Marcelo Brodsky na Casa das Onze Janelas


O ensaio fotográfico de Marcelo Brodsky, com 72 fotografias realizadas a partir de 1960, com imagens do acervo da família Brodsky (fotos de infância) e dois vídeos (“Um espacio Al Olvido” e “Puente de la Memoria”), estará à disposição do público paraense na mostra “Buena Memória”, cuja abertura acontece no próximo dia nove, a partir das 19 horas, na sala Valdir Sarubbi do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. A proposta da exposição é trazer ao público um recorte da história comum a diversos países da America Latina, que conheceram de perto o terrorismo de Estado, nos anos 1960 a 1980, deixando como saldo de presos, torturados, mortos e desaparecidos. Uma foto de 1967 é o carro-chefe do questionamento quanto ao destino de familiares e colegas de colégio de Marcelo Brodsky, que se tornou fotógrafo durante seu exílio em Barcelona, na década de 1980. Ao regressar à Argentina nos anos 1990, começou a revisar fotos de familiares e de colegas de sua juventude. Foi quando encontrou este retrato da sua classe do primeiro colegial e sentiu a necessidade de saber o que aconteceu com cada um. Com uma foto mais recente, o fotógrafo estabelece um elo entre o passado e o futuro. “Depois de 25 anos reencontrei meus colegas de classe e propus tirar uma foto de cada um, com elementos de sua vida atual, usando como fundo a foto de 1967... Depois de vinte anos, as autoridades do Colégio aceitaram pela primeira vez que nos lembrássemos daqueles que desapareceram ou foram assassinados pelo terrorismo de Estado durante os anos negros da ditadura” comenta Brodsky. A exposição fica no período de nove de outubro até nove de dezembro, de terça a sexta das 10 às 18h. Sábados, domingos e feriados das 10h às 14h.

Imagens resgatam amigos e colegas
de colégio do período da ditadura

Fotografia de 1967: carro-chefe
Fotógrafo argentino Marcelo Brodsky

Café Fotográfico com Marcelo Brodsky – No dia dez deste mês, a partir das 19h00, no Instituto de Artes do Pará (IAP), o fotógrafo argentino Marcelo Brodsky participa do Café Fotográfico denominado “Buena Memoria: um encontro com Marcelo Brodsky”. Este evento é fruto de uma parceria entre a Casa das Onze Janelas e a Fotoativa. (Agência de Notícias Gerais)





sexta-feira, 5 de outubro de 2012

"Chamomilla" melhora atendimento com novo visual

Nova disposição das prateleiras e gôndolas agradou à clientela

Clientes da "Chamomilla" recebem bom atendimento
Para quem mantém uma vida saudável, com controle e prevenção de doenças por meio de produtos naturais, Belém conta com uma das mais confiáveis e credibilizadas farmácias homeopáticas. A “Chamomilla”, localizada na Rua Carlos Gomes, no. 301, dispõe (para pronta entrega e também por encomenda) de cosméticos, florais, ervas, fitoterápicos, homeopatia, e manipulação magistral. Sob a responsabilidade da farmacêutica Renata de Almeida Siqueira (CRF1643 PA/AP), a aconchegante farmácia passou por uma reforma em seu espaço físico, que  se transformou em uma área prática para atendimento aos clientes. Para Ruth Siqueira, que faz parte do “staff” da empresa e Renato Fernandes, um dos responsáveis pela reestruturação do espaço e informatização da “Chamomilla” “já era tempo de tornarmos mais funcional e agradável este espaço para atendimento aos nossos clientes”. Renato Fernandes, por outro lado, é um dos responsáveis pelo blog “Trânsito Caótico de Belém”. (Agência de Notícias Gerais)

domingo, 30 de setembro de 2012

XVI Feira Pan Amazônica do Livro encerra com gosto de quero mais


Desde cedo muita gente se manteve atenta ao início do sorteio
O encerramento da XVI Feira Pan Amazônica do Livro, que segundo observadores levou o número projetado pelos organizadores, mais uma vez superou as expectativas, tanto de alguns expositores, assim como dos que integraram toda a estrutura montada pelo Governo do Estado e Secretaria de Estado da Cultura.
Escritor Luiz Peixoto (Jabutigão) sempre na JP Gonçalves
No geral, as opiniões do público convergem para um gosto de “quero mais”. Empresários dos segmentos livreiro e editorial, apesar da preocupação dos primeiros dias de feira, confirmaram que as vendas satisfizeram. Por seu turno, os leitores afirmaram que “pudemos comprar livros, jogos e revistas a preços bem baixos. Tinha livro até de cinquenta centavos, um real. Era preciso apenas paciência para procurar nos estandes, que fizeram promoções, como a Livraria Marlene Rosa”, disse Maria Aparecida Gonçalves, moradora do bairro de Nazaré.

Houve grande expectativa  entre visitantes inscritos para o sorteio
 No estande da Aliança Francesa, além das aulas de adaptação à língua, o sorteio de uma bolsa integral e três parciais despertou o interesse dos visitantes da feira. Luiz Wilquer Souza Lima foi o vencedor da bolsa integral, enquanto Lorena Cardoso Dantas de Souza, Carlos de Campos e Paulo Afonso Silva de Pinho ganharam bolsas parciais. Um fato especial marcou o momento do sorteio. O simpatizante da língua francesa Paulo Afonso S de Pinho, que confessou gostar desde estudante deste idioma, de forma determinada, todos os dias do mega evento promovido pela Secult compareceu ao estande da Aliança Francesa para colocar seu nome para concorrer à bolsa integral. Contudo, ao ser agraciado pela diretora executiva da AF, Myriam Mugica, com a bolsa parcial, demonstrou honestidade ao afirmar que, pelo menos no momento, não iniciaria o curso, em vista de estar comprometido com despesas com sua genitora. Com sua postura agradável e benevolente a diretora Myriam Mugica deixou as portas da Aliança Francesa abertas ao interessado futuro aluno para iniciar seu aprendizado. (Agência de Notícias Gerais)       

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Livraria Marlene Rosa é destaque na XVI Feira Pan Amazônica do Livro

Breno e Cristina Gonçalves ressaltam as promoções como diferencial

O produtor do TV Cidade Hilton Calazans e o advogado
Arnaldo Rosa comemoram o sucesso da Livraria Marlene
Rosa na XVI Feira Pan Amazônica do Livro
A XVI Feira Pan Amazônica do Livro, que atrai muita gente de todas as faixas etárias e poder aquisitivo ao Hangar Centro de Feiras & Convenções da Amazônia, apresenta muitas atrações e oferece oportunidades para aquisição de publicações de expressivo valor aos amantes da boa leitura. Entre os estandes que se destacam pelas promoções está o da livraria Marlene Rosa, que dispõe de dois espaços para atender os visitantes da mega feira de livros. Além da área destinada ao público adulto, a Livraria Marlene Rosa (do empresário Agnaldo Júnior) mantém, no espaço infantil, livros, jogos e publicações voltadas ao interesse de crianças e pré-adolescentes. O advogado e empresário Arnaldo Rosa, um dos coordenadores dos estandes da Livraria Marlene Rosa, se diz satisfeito com a participação da empresa nesta importante iniciativa do Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), inclusive corroborando com as declarações dos vendedores Bruno e Cristina Gonçalves que “as promoções têm sido bem aceitas pelos leitores visitantes. Este é o diferencial da livraria Marlene Rosa”. O produtor do programa TV Cidade, levado ao ar pelo Canal 14 em Belém, aos domingos a partir das 13 horas, Hilton Calazans, igualmente aponta como muito positiva a realização dessa feira de livros que já alcançou destaque nacional. (Agência de Notícias Gerais)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

"Da Vinci II: Arqueologia Investigativa Inédita ... " na XVI Feira pana Amazônica do Livro

A XVI Feira Pan Amazônica do Livro, que tem levado cada vez mais crescente público ao Hangar Convenções & Feiras da Amazônia, como sempre ocorre ao longo dos anos de sua realização registra fatos interessantes e até inusitados. Despretensiosamente, de forma simples e modesta uma simpática visitante (procedente de Diamantina, Minas Gerais) comparece à sala de imprensa do mega evento. Em poucos minutos de conversa com jornalistas que por lá circulam, não apenas se mostra solidária com a proposta de realização de um novo modelo de olimpíada, bem como difunde um projeto no qual é partícipe como coordenadora e que resultou em uma obra que, de início, parece ser polêmico. A professora Marília Mourão tira de sua mala de viagem um dos poucos exemplares que sobraram dos 500 livros (400 esgotados em dez dias) levados à 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Trata-se da primeira edição de “Da Vinci II, arqueologia investigativa inédita - Yeshu´a Game – O segredo continua.... E melhor ainda... Tudo o que Você precisa saber”. Um diferencial deste lançamento é um CD que acompanha o exemplar, escrito em Word. Uma nota introdutória ressalta que “as situações criadas neste romance de aventura são pura ficção. Devido à alta qualidade intelectual existente nos diálogos dos personagens fictícios, “pode-se dar a aparência de interpretação histórica”. Afirmamos serem ações fictícias com alusões a acontecimentos verídicos; o limite entre um e outro está a critério do grau de conhecimento de cada leitor. Ou seja: ações fictícias com alusões a acontecimentos verídicos de domínio público, inseridos no grau de conhecimento de cada um”. A própria escritora ressalta que a obra pode não cair no agrado de evangélicos e maçons, pois aborda questões polêmicas a respeito da passagem de Jesus Cristo pela Terra. Inclusive, trazendo à discussão pontos geradores de polêmicas no que diz a pontos passíveis de questionamentos os quais mostram um Cristo religioso e um Cristo histórico.
O tema do livro e do CD promete discussões
Opinião da autora sobre a Feira do Livro - Ao comentar sobre a estrutura da XVI Feira Pan Amazônica do Livro, a professora e escritora Marília Mourão enfatizou que "A Feira Pan Amazônica do Livro teve uma evolução muito importante grande. E principalmente na hora em que separaram os livros infantis do público adulto. A balbúrdia do público infantil interfere muito no diálogo das pessoas sobre filosofia do livro, sobre filosofia de vida, e sempre a balbúrdia infantil interfere nessa troca de pensamentos das pessoas. Aqui, vocês colocaram, de um lado, toda a parte para livros de adultos e, de outro, eventos infantis, com teatro, o que é uma evolução da parte deles. Agora, a mistura é que não poderia existir. De uma maneira geral os estandes estão perfeitos, a parte de arquitetura dos estandes, o chão silencioso e a própria formação de iluminação tudo perfeito e em evolução. Todas as feiras de livro brasileiras estão nessa fase de evolução, porque o brasileiro atualmente tem uma fome de saber e de livros e, em especial, de lançamentos de livros. Então nessa parte, vocês colocaram em cada estande um visual completamente diferente e há uma proposta do acervo que eles estão divulgando. E a prova disso é o público presente que comparece para prestigiar o evento". Sobre o lançamento do livro Da Vinci II disse que “quando a editora Resgate Biograf lançou o livro digital, juntamente com este livro físico, foi até motivo de piada quando colocamos no estande o chavão “Salve uma árvore. Divulgue o livro digital”. Fica parecendo ilusão, mas a inclusão do livro digital na leitura, para as pessoas se acostumarem, especialmente o público mais jovem, é muito importante a nível de planeta, porque o livro, realmente, o papel, a celulose, parte para cima das árvores. Então não se trata de uma ilusão, falar salve uma árvore, divulgue a leitura digital. Até porque isso é uma tendência. Atualmente, todo mundo acessa Internet, todo mundo está adquirindo ou já possui um computador. E essa leitura de computador tem que se acostumar a fazer. Os mais antigos provavelmente não acostumem, pois eles são mais propensos a folhearem o livro, tocarem o livro. Mas o que se puder fazer para ensinar a juventude a ir para o livro digital é importante a nível de planeta, a nível de conscientização ecológica das pessoas. Em resumo da obra Da Vinci II disse a professora que “a finalidade da obra é algo importante. Atualmente, quando se vai a qualquer uma das igrejas para praticar uma religião, não se encontra a juventude. As crianças que se encontram presentes em qualquer espetáculo religioso são crianças doentes, ou levadas pelas avós ou de alguma forma carentes. Se no sábado você convidar uma criança para ir à igreja ou para participar de um site de relacionamento na Internet no seu computador, ela vai preferir ir correndo para o seu computador. Não vemos nenhuma criança indo a um lugar religioso. Por quê? Porque elas de repente só escutam anúncios de questões referentes a Jesus. Agora, por exemplo, apareceu um papelzinho situando que Jesus era casado. De repente, aparece um padre pedófilo. Então, a religião vai perdendo o valor no momento que entra o lado social dela. E a religiosidade é quase que um louvor ao Deus Pai criador. E não tem nada a ver do lado social. Você não vai a uma religião porque tem churrasco, porque tem festinha, porque tem namoro. Não é por esse motivo que você frequenta um local desses. Agora, em compensação você não pode levantar da cama de manhã cedo, ir ao banheiro e depois comer qualquer coisa e sair correndo sem um ato de louvor, de oferecimento do seu dia. E isso não tem nada a ver da religião na prática. Tem que ver com a religiosidade ou quase de uma lógica de você prestigiar, seja lá quem for que te criou. O objetivo do livro na hora que esclarece pendengas, “ah que cor que era o Jesus histórico”, ou “quando morreu o Jesus histórico”. É simplesmente para esclarecer essas dúvidas e não ficar como se fosse uma fofoca. “Ah, Jesus isso”, “Jesus aquilo”. Que para os mais jovens eles tomam uma atitude. Eles não vão lá porque sabem que lá falta esclarecer verdades. A proposta do livro é esclarecer tecnicamente (e é um romance de aventura, não um livro técnico, filosófico ou religioso) por isso que em várias partes é citado que você pode ir na Internet e verificar a veracidade das informações. Por exemplo, “Em Jerusalém não morava ninguém embaixo das árvores, porque em Jerusalém cai neve. Nazaré não era uma vila pobre, porque ao lado de Nazaré tem águas termais como em Poços de Caldas. Então não havia ninguém miserável, pois eram milionários gregos, milionários egípcios, milionários romanos. Então isso é o interessante do livro, por isso o nome Da Vinci II O segredo continua (não é uma menção, é apenas uma citação) já que no Código Da Vinci fala-se no corpo de Maria Madalena. E a pergunta é: E o corpo de Jesus?” Isso que seria, pela lógica, uma sequencia. Essa sequencia é, exatamente, o que o livro propõe”.
Inclusão de comunidade mundial – A campanha encampada pela escritora Marília Mourão tem como base o argumento que enfatiza: “A Europa pós-guerra tinha vários aleijados e decidiu prestigiá-los criando a olimpíada dos paraplégicos: a Paraolimpíada, que é continuidade da olimpíada tradicional. No Brasil, comunidades indígenas se destacam há nove anos na Olimpíada Brasileira dos Povos da Floresta. Apenas o Brasil pode incluir, após a Para Olimpíada, a Indigo Olimpíada ou a Indiolimpíada, com a participação mundial de havaianos, caribenhos. índios americanos, etc. Pode ser um evento de rara beleza e força. Apenas é necessário que surja alguma entidade ou grupo de apoio que se proponha e ser “padrinho(s) /madrinha(s)" – patrocinadores – deste evento”, ressalta o documento que foi amplamente distribuído na XVI Feira Pan Amazônica do Livro. (Agência de Notícias Gerais)



sábado, 22 de setembro de 2012

Facilidades e ofertas tentadoras atraem visitantes da Feira Pan Amazônica do Livro


"Toute le monde parle Français". Venha você também para Paris!    


Durante o período da XVI Feira Pan Amazônica do Livro, tanto no Hangar, assim como fora dele, o visitante é alvo de ofertas vantajosas e, algumas, com base nos instrumentos de promoção, por meio de estratégias de marketing. Se no lado de fora a abordagem é voltada para a oferta de produtos e, inclusive, alimentação de qualidade e a baixo custo, no interior do hangar as ofertas de descontos, facilidades para compra e até mesmo distribuição de brindes visam pessoas de diversas faixas etárias, independente do seu poder econômico. Nos estandes, muitas chances de realização de sonhos são igualmente oferecidas. No estande da Aliança Francesa, por exemplo, um folder convida os visitantes da feira a visitarem Paris, a cidade luz. Outro diferencial desse estande é a possibilidade oferecida aos visitantes para que, com ajuda de aparelhos eletrônicos, conheçam o sistema de ensino, a partir de uma apresentação on line. A diretora executiva da Aliança Francesa, Myriam Múgica, que está a pouco tempo no Brasil, se mostra otimista em vista do interesse demonstrado pelos visitantes do estande da instituição em absorver mais conhecimentos sobre a cultura francesa. Apesar deser o segundo dia da feira, houve significativa participação popular nas aulas experimentais. (Agência de Notícias Gerais)