Mais uma vez, um expressivo público prestigiou a programação comemorativa aos 11 anos de existência da Estação das Docas. Nem a chuva intermitente que caiu sobre a capital paraense impediu que uma platéia, composta em sua maioria por adultos jovens, vibrasse bastante com a apresentação da Amazônia Jazz Band, regida por Esdras de Souza. O espetáculo começou às 21h20 e, desde o primeiro momento, mexeu com os espectadores, que não deixaram de saudar os músicos ao final de cada número executado com o espontâneo “uh huu”. Ensaios coreográficos por parte dos mais desinibidos foi outro ponto de destaque durante quase uma hora e meia de músicas que compõem um repertório único. A técnica refinada de seus integrantes e o seu repertório, sem dúvida alguma, faz com que a Orquestra Amazônia Jazz Band, proporcione em seus concertos, espetáculos de altíssimo nível, elevando espíritos e agradando a todo tipo de público. O Teatro Maria Sylvia Nunes, a partir da primeira música, viveu momentos de empatia entre o público e os músicos, com várias das interpretações que compõem uma pluralidade de ritmos musicais: dos mais conhecidos Standards de jazz, passando pela Música Latina de compositores renomados e, como não poderia deixar de ser, dispõe ainda de um vasto repertório de música brasileira, com sambas, chorinhos e frevos. Um pout pourri de carimbos marcou o encerramento do show. O público, que aplaudiu a orquestra de pé, conseguiu ainda uma última música. (Agência de Notícias Gerais)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
OSTP ovacionada no 11º aniversário da Estação das Docas
Expressivo público compareceu ao Teatro Maria Sylvia Nunes, para prestigiar a apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, como parte da programação comemorativa dos 11 anos de existência da Estação das Docas. Regida pelo maestro Miguel Campos Neto, a OSTP brindou os presentes com o estilo Concerto de Câmara (peças com grupos de músicos específicos, obedecendo à seqüência de grupos de cordas, metais, madeira sendo que, na quarta peça, ocorre a junção de todos os músicos para formar a tradicional orquestra) o que foi considerado muito interessante por muita gente. Conforme ressalta o maestro Miguel Campos Neto, o repertório executado em Concerto de Câmara exige muito talento do músico, daí o alto índice de aprovação por parte dos fãs da música erudita. Um dos destaques da apresentação da OSTP ficou por conta da homenagem prestada, na terceira peça, a Nicolai Khit, maestro russo que muito contribuiu para a música erudita no Pará, falecido há dez anos, coincidentemente no mês de maio. A junção das famílias dos metais, madeiras, cordas e percussão, no encerramento do espetáculo, repercutiu bem junto aos aficionados da música erudita, que aplaudiram entusiasticamente a apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, composta por 40 músicos regidos pelo maestro Miguel Campos Neto. (Agência de Notícias Gerais)
terça-feira, 10 de maio de 2011
CULTURA
A partir do esforço de muitos dos que acreditam na valorização do homem amazônico por intermédio de sua cultura, o blog Agência de Notícias Gerais tem, a partir de hoje, mais uma tribuna para não apenas divulgar, mas em especial para criticar, construtivamente, pontos que mereçam esse tipo de abordagem. Com o advento de novos paradigmas na política regional, cremos que desse modo contribuiremos para fortalecer um dos pilares da formação sócio-educacional da gente desta ainda explorada e nem sempre devidamente reconhecida região.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
"A Fita Branca" no OI Cine Estação O filme narra os rituais punitivos que antecedem o nazismo
Neste mês de maio, o OI Cine Estação exibe, em película, um dos maiores filmes produzidos nos últimos anos: o cultuado “A Fita Branca”, de Michael Haneke, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, o prêmio FIPRESCI na categoria de melhor filme no Festival de San Sebastian, além das indicações ao Oscar de melhor filme estrangeiro e melhor fotografia. O filme estréia em Belém nesta sexta, seis de maio, às 18h. Para o diretor Michael Haneke, “A Fita Branca” é um filme sobre as raízes do mal, sobre um grupo de crianças que são doutrinadas com ideais sinistros e se tornam juízes dos outros – justamente daqueles que impuseram os ideais absolutos, como o fascismo da direita, o fascismo da esquerda e o fascismo religioso. “Sempre há alguém em uma situação de grande aflição que vê a oportunidade, através da ideologia, para se vingar, se livrar do sofrimento e consertar a vida. Em nome de uma idéia você pode virar um assassino.”, declarou Michael Haneke durante o lançamento do filme no Festival de Cannes. “A Fita Branca” mostra o cotidiano de um vilarejo no norte da Alemanha às vésperas da eclosão da Primeira Guerra Mundial, onde estranhos rituais punitivos antecipam o surgimento do nazismo. A ação se passa na fictícia aldeia protestante de Eichwald, Alemanha, entre julho de 1913 e agosto de 1914, identificando as relações de poder do barão e seus empregados submissos, o pastor, o médico, o professor, a parteira e seu filho com problemas mentais e um grupo de crianças que estão longe de qualquer tipo de doçura e ingenuidade, e em alguns casos, forçadas a vestir fitas brancas como um lembrete da pureza perdida. O estranho acidente com o médico (Rainer Bock), cujo cavalo tropeça em um arame afiado, faz com que uma busca pelo responsável seja realizada. Logo, outros estranhos eventos ocorrem, levantando um clima de desconfiança geral. Todas as cenas foram originalmente filmadas em cores e em seguida, alteradas para preto e branco, para criar um efeito de distanciamento. Christian Berger, habitual diretor de fotografia Haneke, rodou o filme em Super 35 usando um Compact Moviecam. Antes das filmagens, Berger estudou os filmes em preto e branco que Ingmar Bergman fez com o fotógrafo Sven Nykvist. Provocativo, “A Fita Branca” aborda o tema espinhoso da violência física ou psicológica, mote explorado por Haneke em filmes como “Violência Gratuita”, “Código Desconhecido”, “A Professora de Piano” (com Isabelle Hupert) e “Caché” (com Juliette Binoche).
Serviço
OI Cine Estação apresenta: ”A Fita Branca”. Lançamento: 2009 (Áustria, França, Alemanha, Itália) Direção e roteiro: Michael Haneke, com: Susanne Lothar. Duração: 2h20. 14 anos. Datas: Sexta, (6), às 18h e 20h30; Sábado (7), às 10h, 18h e 20h30; Domingo (8), às 10, 18h e 20h30; Quinta (12): às 18h e 20h30; Sexta (13), SOMENTE às 18h; Sábado (14): o filme não será exibido. Domingo (15), às 10h, 18h e 20h30 Ingressos: R$ 7,00 (inteira) R$ 3,50 (meia). Realização OS Pará 2000, Secult e Governo do Pará. Patrocínio Oi. (Agência de Notícias Gerais/Acom Secult)
terça-feira, 19 de abril de 2011
Tragédia em Realengo. Uma questão de ponto de vista
Rio de Janeiro. Crianças. Adolescentes. Loucura. Gritos. Psicopata. Morte. Isto representa o cenário da TV brasileira desde ontem, às 08h30minh. Há de se pensar nas vítimas, na curiosidade em saber "como" e "por que" aconteceu tal atrocidade humana. Entretanto, há de se preocupar, também, com outro fato talvez mais importante: o porte de arma e o treinamento ilegal. É sabido que o sujeito Wellington Menezes, de 23 anos, retirou a própria vida após realizar o massacre na escola municipal Tasso da Silveira. Ou seja: em relação à punição não há mais o que fazer, ele puniu a si mesmo. Provas existem várias. Personalidade, perfil deste sujeito são informações que apenas alimentarão uma grande ansiedade para tentar entender o caso, o fato atroz... E qualquer pessoa, no mínimo coerente, sabe que não há coerência em matar 12 seres humanos, entre 12 e 14 anos. Então isto é leviano e torturador às pessoas e à população do país. O que deve ser mais sensato é a busca pela origem das armas. Onde este cidadão conseguiu tais armamentos sofisticados? Como ele treinou ou quem o treinou? A perícia já evidenciou que o criminoso tinha habilidades com as armas e sabe-se que lidar com isto não é para leigos...
Há algo maior por trás disso tudo e isto sim deve ser investigado! Dar Ibope ao que fez e ao como fez estimula outras mentes insanas a quererem toda essa "atenção majestosa" sobre si. Ensina bandido a repetir a dose. Portanto, buscar a origem do armamento, combatê-lo, retirar as possibilidades de qualquer psicopata realizar seu ato dito "nobre" - como alguns psicólogos definem como pensam tais malfeitores - isto sim deve ser eliminado. Quem treinou Wellington ou forneceu material ilegal a ele é tão criminoso quanto ou até pior que o jovem de 23 anos.
Outro fato: Jovens como Wellington são um prato cheio para os "senhores das armas". Mente frágil, "psicopatia", covardia e determinação. Jovens que acreditam no tudo ou nada e, principalmente, desvalorizam a si mesmos, uma vez que cometem o suicídio para atestar o quanto não têm capacidade de olhar para o mundo e protegê-lo, pois têm, no íntimo, a idéia de serem perdedores, desumanos; ou paradoxalmente falando, sentem-se heróis. "Você não pode mudar o mundo se não mudar a si mesmo."
Enquanto houver brechas, circulação plena e direta da ilegalidade, este retrato de Realengo, infelizmente, ainda perdurará. No dia sete de abril, o Brasil viu 12 crianças morrerem em um único momento. Em um mesmo lugar. Entretanto, vale ressaltar que TODOS OS DIAS isto acontece na periferia, no tráfico, nas escolas, na igreja, enfim... Em todos os lugares que a ilegalidade armada ou corrupta circula. Isto é fato, não é feito. Vale, então, este despertar para a segurança pública e o desejo para que medidas intermitentes sejam feitas ao combate das armas ilegais, antes que mais crianças e jovens sejam afetados brutalmente.
Enquanto isso, uni-vos a Chico Buarque: "Eu que não creio, peço a Deus por minha gente, que vontade... de chorar..." Orar, só isto ajudará essas pobres almas ceifadas.
(Colaboração de Denise Mychely de Oliveira Monteiro, professora de Redação e Literatura)
sábado, 16 de abril de 2011
Pousada Malu, uma das boas opções para curtir em Fortaleza
Para aqueles que pretendem curtir uma temporada na bonita e movimentada capital cearense, sem preocupação em termos de acomodação, sem dúvida alguma Pousada Malu, localizada na Rua Carlos Vasconcelos desponta como uma dica imperdível. Aconchegante, com apartamentos confortáveis e um bom serviço, além da cordialidade e simpatia das empresárias Marluce e sua filha, também odontóloga Blue, assim como do recepcionista Régis e das camareiras Hélia e Liduína, a Pousada Malu fica bem próximo da Beira Mar (cerca de 300 metros), assim como do Sebrae (onde há um centro de artesanato), da tradicional avenida de compras Monsenhor Tabosa, e não muito distante do Mercado Central e do Centro Cultural Dragão do Mar. Os contatos podem ser feitos por meio do e-mail bluebird84@hotmail.com ou dos números de telefone: (0XX) 8532442151 e (0XX) 8530322151. (Nilton Guedes, Fortaleza - Ceará)
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Câmara de Transporte Intermodal define coordenação e forma subgrupos
A primeira reunião da Câmara de Transporte Intermodal do Fórum de Desenvolvimento Turístico do Estado (Fomentur), realizada no auditório da Paratur, sob a direção da presidente, em exercício, Conceição Silva da Silva, diretora de fomento do órgão, foi bastante produtiva. Apesar do reduzido número de entidades que fazem parte deste grupo de trabalho que compareceu ao encontro, foram decididos pontos importantes quanto ao desenvolvimento de estratégias que contemplem os anseios do trade e da coletividade. Ao iniciar os trabalhos, Conceição Silva da Silva esclareceu que a proposta atual com relação às câmaras do Fomentur é fazer com que as mesmas ajam de conformidade com as suas finalidades, que é analisar, discutir e apresentar soluções viáveis para os segmentos aos quais estiverem direcionadas. Por sua vez, o presidente do Conselho Municipal de Turismo e presidente do Sindetur, Joacyr Rocha, esclareceu dois pontos relacionados com o transporte para o Marajó e, por outro lado, no que tange à situação enfrentada pelo setor aeroviário. Um dos pontos enfatizados por Joacyr foi no que diz respeito a órgãos como a Arcom, assim como entidades como a ABIH se façam presentes nas reuniões das câmaras. Na seqüência, Rui Martini, representante da ABAV, igualmente destacou a necessidade de haver mais união entre os representantes dos diversos segmentos que compõem as câmaras e, em última análise, órgãos dos segmentos federal, estadual e municipal. Durante sua intervenção, o gerente comercial do Infraero, Francisco Ferreira, enfatizou que não viu ainda haver perda de vôos ou mesmo turistas em vista da falta de infra-estrutura do aeroporto de Val de Câes. Sua ponderação deveu-se a uma observação feita por Joacyr Rocha quanto aos contratempos verificados no trajeto dos passageiros desde o desembarque até a área de chekin. Antes do encerramento da reunião, Francisco ferreira informou que existe um grupo especializado em ações que visem melhorar o desempenho turístico, razão pela qual se dispôs a servir de interlocutor entre esse grupo e membros do Fomentur. na reunião foi apresentado o técnico Carlos Teixeira, que atuará como reforço da Paratur neste segmento de transporte intermodal. A coordenação da Câmara de Transporte Intermodal ficou a cargo da Paratur, sendo esta dividida em dois subgrupos: o de transporte hidroviário, com foco na questão do Marajó, e o de transporte aeroviário. (Agência de Notícias Gerais)
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